Mostrando postagens com marcador crônica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador crônica. Mostrar todas as postagens

sábado, 15 de setembro de 2012

A BUNDA DURA (Arnaldo Jabor)

google imagens
“Tenho horror a mulher perfeitinha. Sabe aquele tipo que faz escova toda manhã, está sempre na moda e é tão sorridente que parece garota-propaganda de processo de  clareamento dentário? E, só pra piorar, tem a bunda dura!!!
         Pois então, mulheres assim são um porre. Pior: são brochantes. Sou louco?
         Então tá, mas posso provar a minha tese. Quer ver?
a) Escova toda manhã: A fulana acorda as seis da  matina pra deixar o cabelo parecido com o da Patrícia de  Sabrit. Perde momentos imprescindíveis de rolamento na cama, encoxamento do namorado, pegação, pra encaixar-se no padrão ‘Alisabel’, que é legal… BURRA.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Oficina do dia 13/09/2012

Olá meninas e meninos.

A nossa oficina desse dia foi sobre a Crônica humorística mas vejam a definição do que é uma crônica e os tipos, os quais veremos mais adiante em nossos encontros.

Textos da Oficina do dia 13 Aqui
OS TIPOS DE CRÔNICA
_____________________________________
Estudos Literários
O cronista pode trabalhar qualquer assunto, basta que tenha talento para fazê-lo. Até a falta de um assunto pode ser um assunto. Cada cronista é singular pelo estilo que apresenta. Portanto, a tentativa de classificar a crônica deve ser vista aqui como uma sugestão para você criar seu próprio texto.
Crônica Lírica ou Poética
Em uma linguagem poética e metafórica o autor extravasa sua alma lírica diante de episódios sentimentais, nostálgicos ou de simples beleza da vida urbana, significativos para ele. Como em Brinquedos Incendiados, de Cecília Meireles. Por vezes, esse tipo de crônica é construído em forma de versos poéticos. Contudo, tem-se observado que a crônica lírica ou poética, está, cada vez mais, em desuso; devido, provavelmente, à violência e a degradação da vida nas grandes cidades brasileiras.
Crônica de Humor

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Amigos para Sempre (Luís Fernando Veríssimo)


Eram tão amigos, tão inseparáveis, que decidiram morar juntos. Não na mesmac asa, num condomínio de casas. Compraram um grande terreno e cada um dos quatro casais construiu sua casa. Nenhuma ficava a menos de 30 metros da outra e a grande área verde era comum às quatro. Ali, Paulo e Marta Helena, Zé Carlos e Titina, Alex e Flávia, Marino e Júlia continuariam fazendo o que sempre faziam, o que gostavam de fazer, o que os mantinha unidos.Conviveriam. Reuniriam-se ora na casa de um, ora na casa de outro. Fariam jantares― sempre só os oito ― todas as semanas. Jogariam. Vôlei: homens contra mulheres, ou times mistos (os que preferiam o Paul McCartney contra e os que preferiam o John Lennon, por exemplo; eram os anos 60) Mímica. "War".Cartas. Tinham todos mais ou menos a mesma idade. Não tinham filhos. Quando viessem os filhos, eles seriam criados ali, no condomínio.

Para começo de conversa

A crônica é o nosso primeiro gênero a ser trabalhado e existem muitos tipos e modos de  se fazer uma crônica, engraçadas, líricas, reflexivas, questionadoras, enfim não há uma delimitação de quantas e quantos modelos mas a engraçada é um dos tipos mais complicados de serem feitos. Para aprofundarmos a leitura veja o exemplo de Arnaldo Jabor.

Crônica do Amor


Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.